segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Seis


Este é um número sem história; é o produto dos Primeiros Primos e isso parece justificar a sua existência...

Dizem os esotéricos que representa o Amor - eu não vejo como. A sua única característica relevante é serem 6 as faces do cubo, sendo o cubo o paralelipípedo mais regular, constante e monótono que existe... Nesse aspecto, o cubo traz volume à natureza do 6.

Há malta que argumenta que, sendo 666 o número da Besta, o algarismo tem que se lhe diga. Eu discordo, porque se só em matilha tem relevância, o indivíduo vale muito pouco.

Enfim, tal como na vida, a Matemática tem os seus pãezinhos sem sal.

Hélas!

5 comentários:

Maria de Fátima disse...

na véspera de enumerar o número sete, e pelo que diz aqui do seis, gostava que lesse este mimo (perdoe mas esqueço-me de ser humilde de vez em quando)ora clique em
a minha lista de pecados
mas nem resisto a trancrever o que lá escrevi do seis:
Mas seis é um número insonso,
Um número sem gosto e sem piada.
Um número par que eu mudava.

Blimunda disse...

Não bastará ao seis anteceder e, assim, suportar o sete que é um número valioso e suceder ao 5 que, por sua vez, é de Homem, para já valer por si?

lenor disse...

Quero ver quando chegarem ao sessenta e nove o que é que vão dizer do seis.
Meia dúzia de laranjas, meia dúzia de ovos: é a começar pela meia dúzia que enchemos a casa.

mac disse...

Maria de Fátima, no teu ritmo, sim. Gostei.

Blimunda, tristes os que apenas antecedem ou sucedem a alguém... São assim uma espécie de corredor, não?

Lenor, até mesmo aí o desgraçado é um desgraçado que não tem direito a nome próprio, é apenas meio qualquer coisa. Coitado!

Blimunda disse...

Não Mac. Também podem ser assim uma espécie de passado e futuro, sem os quais o presente é nada.