segunda-feira, 18 de maio de 2009

Decisões, decisões...


Sempre ouvi dizer que na maioria dos casos, é melhor uma má decisão que decisão nenhuma, mas... Quando a gente não sabe realmente o que fazer, será que o melhor é fazer uma coisa qualquer, em vez de não fazer nada?

O meu vizinho de cima, habitualmente tão metediço, desvaneceu-se no éter, acho que foi de férias para o México e apanhou uma gripe. É pena; hoje fazia-me jeito, a sua racionalidade cínica a par do profundo conhecimento das minhas idiossincrasias.

Lá terei de esperar, que chatice. Não se pode confiar em ninguém, caramba.

Hélas!

4 comentários:

Blimunda disse...

Eu sou apologista que deve-se ficar muito quietinha fazendo NADA até que voltem as certezas ou, pelo menos, as meias-certezas.

Alferes disse...

À partida não há más decisões. Só o tempo nos mostra se foram ou não boas. Uma decisão toma-se e aprende-se. Acho que é preferível decidir e pronto, depois aguardar pela nossa capacidade de resiliência (esta é do Mestre).

Maria de Fátima disse...

Olhe, querida, a menina tá precisada é de uma infusão e depois sentar-se de frenta para porta da rua, quietinha, a ver se assim lhe passa essa mania em que entrou agora, não lha conhecia, de pensar
Já não basta o outro ali do blog ao lado, agora a menina?!
Tão bem educada, tão cuidada da mente, a dar-se a essa mania!!
Ando até preocupada
mMs parece-me, com esta verve que versa neste poste, que não será de ares que precisa, mas sim da falta deles
Fique olhando assim como lhe propus
Nem pense nem decida
Amorfe de todo
Talvez depois lhe proponha o que costumo fazer nestes casos bicudos que descreve

E sobre o seu vizinho do andar de cima...
Eu bem que me parecia, menina, Bem que me parecia que lhe tinha deixado ver as idiossincrasias!!!
Mas isso tb se cura
Vamos por partes
Primeiro esta mezinha
E esteja ciente quew leh passa essa mania de dar corda á pensadura
Aplique-se

mac disse...

Blimunda, pois, acho que mais uma vez concordo consigo...

Alferes, o meu problema prende-se mais com a resiliência dos outros, que a minha, mal ou bem, ainda vai funcionando.
E se, ao decidindo (e agindo em conformidade, claro), se estraga qualquer coisa que depois não tem conserto?
Sem qualquer garantia?... Acho que prefiro esperar muito quietinha fazendo nada. Se bem que também isso seja uma decisão, se o meu vizinho cá estivessa já o ouvia a rir.

Maria de Fátima, ok, vou tentar amorfar. Se começar a cheirar mal avisa, sim?
O meu vizinho de cima é um miserável traidor. Ir de férias nesta altura, onda já se viu?!? Nem se despediu, o canalha... Quando voltar vai ver o que é bom para a tosse, espero