sábado, 8 de janeiro de 2011

Ingrícola


Uma couve é uma couve.

Hélas!

4 comentários:

Maria de Fátima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria de Fátima disse...

e aproveito, que neste 2011 gostaria de exercer a verve nem que fosse desbocando-a por qualquer talo de couve
digo, nesse contexto:
olhe que não, cunhada, e basta para isso que clique na pesquisa do google, esse milagre (um dia há-de explicar-me como ele consegue, explica, sim? sentada na areia da meia praia: pode ser?!)
pois deu-me isto, ora veja:
e eu se nem tivesse modo de fazer pesquisa, a cores e tudo, ainda assim bastava-me saber que até nos verdes uma couve difere de outra
e poderia citar que até as há que são de bruxelas e redondas a caberem bum cálice de porto e outras que são chinesas e há as tronchudas e a couve portuguesa a ser servida com o bacalhau na ceia de qualquer natal que se preze.
tá vendo? poderia citar as ditas, simplesmente, "couves verdes" para o caldo picadinho, além do impagável repoulho.
haverá muitas mais variedades a contrapor a esse seu modo brusco, mesmo para uma couve, de meter tudo na síntese irritante, para mim, claro, de escrever, e assim ocupando um poste diário: "uma couve é uma couve " como se estivesse dizendo...

Nota: o comentário antes era este, mas tive que emendá-lo, que inverto as letras sobretudo quando na sílaba há um erre :)

mac disse...

Couve há só uma: a minha e mais nenhuma.

Maria de Fátima disse...

ah!