Acabou hoje um ciclo de 4 dias de formação. Tema geral em epígrafe, temas particulares: recursos humanos (nome odioso), liderança, delegação, auto-conhecimento e auto-controlo, QE, comunicação.
Tudo coisas de senso comum, embora comummente não sejam dissecadas, analisadas, sintetizadas e organizadas; as pessoas não gostam da frieza de uma análise e síntese objectivas, especialmente quando aplicada a si próprias.
Mas em geral são coisas do conhecimento e aprovação de todos; muito poucos se atrevem hoje a ir contra isto e, se o fazem, normalmente é por uma de duas razões: ignorância do assunto ou incapacidades na área.
Gostei, claro. Quem me conhece sabe que adoro psicologia, sociologia, e outras ias relacionadas com pessoas.
Conheço relativamente bem quase todos os formandos e regra geral são pessoas a quem respeito pelo menos a inteligência; talvez por isso ficou consolidado hoje o desgosto. Na maioria das vezes, discutia-se o que não estava em questão ali e naquele momento (valores morais, educação, status, incompatibilidades pessoais... Assuntos para outro forum.) Nunca ou quase o assunto que está na mesa: técnicas de auto-controlo, técnicas de comunicação, técnicas de influência. Técnicas, senhores, técnicas. Para o que são usadas, isso é outro curso...
PS.: expliquei-me bem? Eu pertencia à tribo dos formandos, nesta formação. Mas já dei aulas de várias coisas, em diversas fases da vida; não sou estranha à tão bem controlada frustração da formadora.
Hélas!