Tiro-me das minhas próprias regras, porque estou furibunda. Danada. Zangadíssima. Além disso, se as regras são minhas, maior é o meu direito de as furar - nem há sequer quem note a diferença.
Conversa para aqui com este, conversa para aqui com aquela; estou furiosa e pronto.
Que diabo, ninguém f*. As pessoas fazem coisas - amor, engano, fuga, sonho, simples satisfação de necessidades, domínio, perda, desespero - mas ninguem f*. É um erro perpetuado pela liguística.
Revolto-me contra isso. Porque dizer f* referindo-se ao acto em si, quer apenas dizer que não somos capazes - ou não queremos - exprimir racionalmente o que nos vai na alma.
Não! Não, não, não e não.
Ninguém f*. Mas quase toda a gente sente alguma vez a necessidade de se esconder atrás dessa palavra e é claro que não estou a falar do tipo que falhou o prego e acertou no dedo.
Batatas!
Hélas!
Conversa para aqui com este, conversa para aqui com aquela; estou furiosa e pronto.
Que diabo, ninguém f*. As pessoas fazem coisas - amor, engano, fuga, sonho, simples satisfação de necessidades, domínio, perda, desespero - mas ninguem f*. É um erro perpetuado pela liguística.
Revolto-me contra isso. Porque dizer f* referindo-se ao acto em si, quer apenas dizer que não somos capazes - ou não queremos - exprimir racionalmente o que nos vai na alma.
Não! Não, não, não e não.
Ninguém f*. Mas quase toda a gente sente alguma vez a necessidade de se esconder atrás dessa palavra e é claro que não estou a falar do tipo que falhou o prego e acertou no dedo.
Batatas!
Hélas!